Governo chinês admite ter destruído amostras laboratoriais do coronavírus

Foto: Olhar Digital

Parece infindável o número de notícias que incriminam o PCC (Partido Comunista Chinês) no caso da pandemia do novo coronavírus.

Desta vez a notícia é que o governo determinou que laboratórios destruíssem amostras do vírus no início de janeiro deste ano. A acusação foi feita inicialmente pelo Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, no início de maio.

O governo chinês admitiu a manobra, mas com a desculpa de que se trata de uma medida de biossegurança. Para relembrar algumas mentiras contadas pela China (e que já foram descobertas) apenas no caso do novo coronavírus:

– Origem do Vírus: foi alegado que a transmissão inicial aconteceu em um wet market (mercado de animais em que o abate é feito na frente dos clientes, e que comercializa carne de animais como: coelhos, cachorros, morcegos, etc) da cidade de Wuhan. O contágio teria se dado pelo consumo de carne de morcego contaminada. Na sequência foi demonstrado que a espécie de morcego que havia sido apontada como a transmissora não existe naquela região.

– Origem do Vírus II: já em março deste ano levantou-se a hipótese de que o vírus poderia ter sido vazado do laboratório de virologia de Wuhan. Imediatamente o governo chinês tratou a hipótese como um absurdo. Pouco tempo depois o Dr. Luc Montagnier, vencedor do prêmio Nobel de medicina por ter descoberto o vírus da AIDS (HIV), declarou que o novo coronavírus havia sido fabricado artificialmente em laboratório. Embora ainda não haja nenhum estudo conclusivo sobre a questão, causa estranheza que haja supostos cientistas descartando uma hipótese antes mesmo de analisá-la.

– Paciente 0: até hoje a China se recusa a fornecer a informação exata sobre quando ocorreu o primeiro contágio humano. Inicialmente dizia-se que foi em dezembro, mas hoje já se sabe que o problema existe pelo menos desde outubro.

– Censura: o governo chinês puniu o médico Li Wenliang, que tentou inicialmente alertar sobre o problema. Ele foi preso sob alegação de estar “espalhando fakenews” e tentar desestabilizar o governo. Posteriormente, em condições bastante suspeitas, ele acabou sendo contaminado com o vírus e falecendo.

Estes são apenas uns poucos exemplos das mentiras que o governo chinês já contou sobre a doença.

Em tempo: até o momento da publicação deste texto não há sequer menção da grande mídia brasileira sobre a confirmação de que o governo chinês mandou destruir as amostras laboratoriais.

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