
Na última segunda-feira (18), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou carta ao diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom.
Trump publicou a íntegra do documento em seu perfil no Twitter, que também pode ser acessado no site da Casa Branca:
A carta é direta: o presidente critica a alarmante falta de independência da OMS em relação à China e afirma que, desde a suspensão das contribuições dos EUA à Organização (em abril), o país tem realizado investigação interna, que tem confirmado falhas da OMS na atuação frente à pandemia.
No documento são elencados fatos comprovadores dos erros, entre eles, a inércia da Organização em tomar providências no início do problema, minimizando àquele tempo o sério risco de disseminação da doença, e a falta de cobranças quanto à responsabilidade da China.
No final, em tom de ultimato, Trump adverte que, se a OMS não se comprometer em melhorar substancialmente sua conduta nos próximos 30 dias, os EUA converterão a atual suspensão das contribuições em congelamento permanente dos repasses, além de reconsiderarem sua filiação na entidade.
E arremata: “Não posso permitir que os contribuintes americanos continuem financiando uma organização que, em seu estado atual, claramente não está servindo aos interesses dos EUA.“
A contagem regressiva começou.
Uma tradução da carta ao português foi feita pela assessoria do deputado federal Marcel van Hattem: https://web.facebook.com/marcelvh/posts/3118948071460414